Em 2009, a Associação do Movimento de Moradia de Cajamar, através de seus advogados, ajuizaram ação civil pública para que a SABESP e a Prefeitura de Cajamar cessassem o despejo de esgotos domésticos e efluentes industriais nos córregos e rios de Cajamar.
Na ocasião, a associação alegou que a falta da rede de tratamento de esgoto em Cajamar provoca diretamente a diminuição qualitativa das águas, em especial do Rio Juqueri, que é o principal manancial da cidade. 
Mediante o processo o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo decidiu que a Sabesp e a Prefeitura de Cajamar tem o prazo estipulado até dezembro de 2019 para regularizar o tratamento de esgoto em Cajamar, sob pena de R$ 20 mil reais em caso de eventual descumprimento das obrigações no prazo determinado.