Cassação de Paula Ribas e Dalete completa um ano nesta quarta-feira (6)

Apesar da cassação de Paula Ribas e Dalete, há rumores de que Toninho Ribas, marido de Paula Ribas, estaria realizando reuniões pela cidade, no possível intuito de formar uma nova chapa política, mesmo após ser preso.

Há exatos um ano, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) (última instância) cassou por unanimidade dos ministros , o mandato da prefeita e da vice-prefeita de Cajamar, Paula Ribas (PSB) e Dalete Oliveira (PCdoB).

Ambas foram cassadas por fazer uso da máquina pública em benefício da própria candidatura. O TSE entendeu que elas praticaram ações em benefício da coligação encabeçada pela prefeita afastada nas eleições do ano retrasado (2016).

A sentença determinou a inelegibilidade de Paula e Dalete por oito anos, além da realização de novas eleições na cidade, para os cargos de prefeito e vice-prefeito, que ocorreram no dia 17 de março de 2019, elegendo Danilo Joan (PSD), o novo Prefeito da cidade, dando fim à turbulência política que por muitos anos, dominou a cidade.

Eleições 2020

Apesar da cassação de Paula Ribas e Dalete, há rumores de que Toninho Ribas, marido de Paula Ribas, estaria realizando reuniões pela cidade, no possível intuito de formar uma nova chapa política, mesmo após ser preso.

Prisão de Toninho Ribas

O Ex-Prefeito de Cajamar, Antônio Carlos Oliveira Ribas de Andrade, teve prisão preventiva decretada no dia 27 de abril de 2017 pelo Juiz da 2° Vara Judicial do Foro de Cajamar, Dr. Clovis Elias Thamé.

Segundo autos do processo da época, o pedido de prisão preventiva seguiu de acordo com o código penal no artigo 328, atribuídas as investigações de crimes contra a administração pública.

Toninho Ribas foi solto no dia 17 de novembro de 2017 pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), após ficar preso por sete meses na Penitenciária Doutor Jose Augusto Cesar Salgado de Tremembé II, na cidade de Tremembé (SP).

Acusações

O ex-prefeito é denunciado pela pratica dos crimes previstos no artigo nº 288, artigo nº 333 e no artigo nº 328, por 27 vezes. Ele também responde por suposta entrega de cargos comissionados a vereadores e familiares, inauguração de obras inacabadas, favorecimento na presidência do Legislativo e pagamento de votos em troca de tratamentos dentários.

O processo ainda segue na Justiça, sem sentença final prevista.

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